Primeiro passo para corrigir uma escolha errada: separar o objeto da escolha do sujeito que a escolhe


Frente a uma escolha errada, ou se reconhece o erro e se muda o curso... ou se defende o erro na escolha, indefensável que o erro ou a defesa seja... Em casos assim, é possível ver e entender que a defesa de uma má escolha não está sendo apenas a defesa do "objeto" da má escolha, mas também a defesa de "quem fez a escolha".

Talvez seja exatamente por isso que erros de escolha se perpetuem. Levando para o pessoal e sem discernimento para separar o objeto da escolha do sujeito que a escolhe, escolhas erradas têm sobrevida.

Se decisões são mal tomadas, se vendas e/ou compras são mal conduzidas, se clientes e/ou fornecedores de software são mal definidos, se preparação adequada não é feita, se projetos e implantações são sub entregues, se prazos e condições não são respeitados e, ainda assim, decisores relutam em acertar o curso das suas decisões, tempo e esforço estão sendo perdidos. Boa escolha? Não...

Manter uma escolha errada é uma má escolha de prioridade. E o primeiro passo para não defender uma escolha errada é conscientemente separar o objeto da escolha do sujeito que a escolhe - seja ele você ou o associado ao lado. Frente a uma escolha errada, reconhece-se o erro e muda-se o curso...

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