Primeiro a gente se prova, depois a gente gera no cliente a vontade da ação

Esta é a dinâmica da Engenharia de Vendas: primeiro a gente se prova, depois a gente convida/gera no cliente a vontade da ação. 

Porque o engenheiro de vendas vê trabalho como missão. Vê o papel que lhe cabe e o faz com inteira dedicação. Vai além do pedir, concordar ou discordar porque a ele interessa chegar ao compreender.

Entende como acolher e dar ritmo a uma venda, projeto ou conversação qualquer. Porque o engenheiro de vendas sabe falar e calar em alternância ao calar e falar do outro. É atento ao que ouve, complementa o que o outro fala, agrega real e concreto valor. Seu falar não é discurso, é essência, daí tem e vem a sua força.

Responde a todos os contatos e mensagens, deixa os outros cientes do que fará. Preocupa-se em não deixar o outro preocupado, sem saber o que virá.

Sente, pensa, entende, age. Não age sem entender ou pensar. Nem se esconde por não querer a outro atender.

Se a inspiração vem (e ela vem sem ser chamada), pára tudo e se dá tempo para entendê-la e registrá-la. Aproveita a inspiração do acordar, mantem celular ou papel e caneta à mão, sabe que melhores ideias dali virão (já escrevi sobre isso aqui).

Estuda o cliente no detalhe, vê os caminhos, enxerga as conexões. Prepara-se para o contato, reunião e apresentação. Honra a honra que tem ao atender alguém que dele precisa.
Porque a Engenharia de Vendas é mais do que um método, um processo, uma metodologia. A Engenharia de Vendas é um mapa e uma cultura da venda com empatia, honradez e compromisso com as prioridades dos clientes. Focada em software.

A venda é construída, alinhada, medida, contextualizada. A venda (maior) é consequência. A ação é consistente, coerente e contínua. Íntegra...

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