A relação direta que há entre necessidades emocionais e dedicação ao trabalho

1- amar e ser amado
2- pertencer e se sentir necessário

Estes 2 itens resumem as necessidades emocionais que temos e que diariamente são causas para fatos - ou resultam deles, gerando mais fatos. Estreita relação exibem em relação à dedicação, convivência e produtividade no trabalho.

Simples:
- quem ama se dedica
- quem é amado é grato - e se dedica mais
- quem faz parte de um grupo de causa comum ama e se sente amado e dedicado ao todo
- quem é necessário ao grupo (amado!) se sente responsável - e se dedica ainda mais

Como tudo na vida é aprendido por exemplo, os exemplos se alastram, se copiam, se repetem. Não é à toa que bons profissionais atraem outros tantos para o seu entorno e progridem com maior velocidade. Assim é pela dedicação visivelmente compartilhada do grupo, que alimenta uns aos outros!

Problemas acontecem quando inexiste ou é quebrada a relação entre amor, pertencimento e dedicação. Mágoa se instala. E quanto maior a mágoa, menos dedicação do magoado ao bem do grupo há. Os magoados atraem os que se sentem injustiçados, que lhes espelham e esperam o reconhecimento que os outros lhes devem. "Devem?"

Estar bem começa em você e em mim. A espera não faz ninguém se sentir amado ou necessário. Ao contrário: enquanto dura, gera insegurança. O vendedor é um líder: inseguro, ele terá um inseguro a mais para lidar.

Se é este o momento de alguém que você conhece, lembre-o que será melhor "para ele" concentrar-se em amar e se tornar necessário antes de querer ser amado e se sentir necessário. Ele "se" ama e "se" sente útil? O que o incomoda em outro é talvez algo que ele sente falta nele próprio? Este é o início de uma importantíssima auto-análise. Trabalhando nas causas, boas consequências poderão vir a partir daí. 

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