"2015 ensinou o poder destruidor de não se fazer nada"

Crise preocupa. Crise braba imobiliza. Sem confiança no amanhã, como agir hoje? Por outro lado, "não agir" é uma "decisão de ação", sim? Vai ficar à mercê da inação?

"2015 ensinou o poder destruidor de não se fazer nada", diz Armando Castelar, Coordenador de Economia Aplicada do IBRE - FGV. A frase resume muito bem o que representou o ano que passou. Frente a tanta incerteza política e econômica, cada pessoa, cada dirigente, cada empresa, legitimamente, priorizou a observação à ação.

Mas "não fazer" pode ser apenas "adiar" o que precisa ser feito. Se se adia o que é uma preferência, dano não há. Mas se se adia o que é prioritário, imprescindível, dano haverá.

Questão central passa a ser, então, o que é prioritário para o seu cliente. Mais ainda, o que é prioritário para o negócio e para o propósito do seu cliente. Mais ainda a definição específica do seu público-alvo. Como você, sua equipe, sua inteligência, seus produtos e serviços e sua empresa podem, cada vez mais, ajudá-lo no que, para ele, é específico e prioritário e, como tal, não pode ser adiado?

Imóveis estando as pessoas e as empresas, sobrevivem os problemas, os desafios, as perdas, as ineficiências, as frustrações e os objetivos não alcançados. Ação não deixa de ser necessária... Se urgência há, não fazer nada tem, sim, poder destruidor...

Pela movimentação deste início de ano, inversão de atitude começa a ser sentida. Precisamos fazer algo para que algo melhor aconteça. Apesar das incertezas, e já desde janeiro, 2016 está diferente, muito mais ativo. Pessoas e empresas estão decididamente partindo para resolverem o que é "prioritário". Sente?

Que em 2017 digamos que 2016 nos ensinou o poder construtor do "fazer acontecer". Sim!

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