O radar que somos: precisamos estar 100% presentes no que fazemos

E, quanto mais a gente vive, mais a gente aprende, desaprende, reaprende, esquece, erra, lembra, descobre,  acerta... E vê e entende que é assim que se segue... E apesar de "precisar" ter respostas e procurar por elas a todo momento, "o foco contínuo passa a ser a atenção plena na investigação contínua", quase como se um "radar" fôssemos ou nos tornássemos (e analogias assim são poderosas para nos entendermos).

Respostas são necessárias. Mas, ao mesmo tempo em que elas concluem uma questão que carece de uma ou mais verdades - e múltiplos caminhos podem conduzir a um destino -, respostas também precisam continuar gerando investigação. A resposta hoje é a mesma de ontem? E amanhã, será a mesma de hoje? E depois? Se não houver este cuidado  com o contexto que pode estar imperceptívelmente mudando a todo momento, respostas podem se tornar desatualizadas e imobilizar quem precisa se mover (pessoas, empresas e países). O progresso que houve na conclusão que está servindo hoje ou que serviu no passado pode, em algum momento, passar a se revelar um retrocesso. Invalidado no todo? Não. Faltou apenas a atenção presente e permanente para novas variáveis que surgiram e não foram levadas em consideração.

E não há ensino, prática ou método que possa prevenir retrocesso se atenção plena não tivermos no que fazemos. Precisamos estar 100% presentes em tudo que fazemos para consistentemente evoluirmos com respostas e resultados.  Método é processo, é técnica, é como fazer. Tão importante quanto assimilar o ensino, a prática ou o método é o preparo, o autoconhecimento, a disciplina, a dedicação e a atenção presente e permanente de quem o aplica, de quem o segue. 

Atentos à investigação continuada tanto quanto atentos estão às conclusões e respostas que seguem procurando e achando, mais perto de resultados consistentes pessoas, empresas e países se verão...

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